terça-feira, 14 de junho de 2011

ela e ele;

Ela: Posso te perguntar uma coisa?
Ele: Claro. Afinal somos amigos, não?
Ela: Ah, não! Deixa quieto. Falou tudo o que eu não queria saber…
Ele: Não estou entendendo! Me explique direito…
Ela: É, esquece.
Depois de algum tempo o garoto a ligou:
Ela: Alô?
Ele: Eu entendi o que você me disse aquele dia. E se soubesse antes, nunca teria dito aquilo. Você ia me perguntar se eu a amo como você me ama, certo? Pois não, não amo…
Ela: Ok, ok. Chega! Você me ligou pra que? Para que me sinta pior do que já estava? Pois conseguiu. Tchau!
Ele: Não, não… Espere. Você nunca me deixa terminar, né? Mas tudo bem é desse jeito que gosto de você.
Ela: Mas você disse que não me ama como te amo…
Ele: É, disse. Realmente não te amo como me ama. Encontre-me amanhã no mesmo local da nossa conversa e te explicarei.
Então o garoto desligou o telefone e a garota, sem entender muito, disse “Ok” para o silêncio que havia ficado.
No dia seguinte, toda alegre, foi ao encontro do garoto. Passou 15 minutos e ele não chegava. Então pensava consigo mesma “É uma piadinha dele. E como fui burra de cair nessa”. Assim que terminou de se cobrar por ter acreditado, o garoto aparece atrás e coloca suas mãos sobre os olhos dela e diz em seu ouvido:
Ele: Eu te amo mais do que você pode imaginar. Desculpe a demora, eu apenas estava me preparando para dizer tudo certo para você… Você me encantou desde o dia que nos conhecemos. Doía-me quando me chamava de “amigo” e tinha que lhe chamar também. Você não me entende, não me deixa terminar de falar, mas sou completamente apaixonado por você. Seria capaz de trazer a estrela que você quisesse, seria capaz de qualquer coisa para ver seu sorriso estampado em seu rosto, sou louco pelo seu sorriso…
Ela: Tudo bem, já entendi. Mas porque não me disse isso por telefone?
Ele: Porque não poderia fazer isto:
Ele a beija loucamente no mesmo instante.

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